Governador autoriza desapropriação de 51 imóveis para começar obras do monotrilho

R7

Área de 81 mil m² será usada para construir a Linha 17-Ouro do Metrô

monotrilho vila prudenteJulia Chequer/R7

Acima, obra do monotrilho leste, que vai ligar a Vila Prudente à Cidade Tiradentes; na zona sul, imóveis a ser desapropriados ficam nos bairros Jabaquara, Vila Andrade, Morumbi e Vila Sônia

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O governador Geraldo Alckmin assinou, na última quinta-feira (8), um decreto que autoriza a desapropriação de uma área de 81.111 m² para construir o monotrilho da Linha 17-Ouro (Jabaquara-Congonhas-SãoPaulo/Morumbi) do Metrô. Serão demolidos 51 imóveis que ficam nos bairros Jabaquara, Vila Andrade, Morumbi e Vila Sônia.

A determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado. De acordo com a assessoria de imprensa do Metrô, equipes da Coordenadoria de Relacionamento com a Comunidade da Companhia vão fazer visitas às casas dos moradores para orientação e esclarecimentos.

Ainda segundo informações da companhia, esse é o terceiro decreto para a implantação da Linha 17-Ouro. Os dois anteriores já autorizaram a desapropriação de 110 imóveis, somando uma área total de 41.579 m² entre para a construção das estações Jabaquara – Morumbi (CPTM) e Estação Congonhas, na avenida Jornalista Roberto Marinho.

Ciclovia no monotrilho leste

O Metrô de São Paulo, responsável pela operação do monotrilho que está sendo construído na zona leste da capital, afirmou que vai construir uma ciclovia sob toda a extensão da linha. A proposta teria surgido de uma demanda da comunidade local e se tornado uma exigência do licenciamento ambiental da obra, de acordo com gerente do empreendimento, Paulo Sérgio Meca.

Veja imagens do projeto

Com 24 km de extensão, a linha Expresso Monotrilho Leste pretende ligar, até o fim de 2016, os bairros Vila Prudente e Cidade Tiradentes. A construção da ciclovia, ao lado do plantio de árvores, vai fazer parte do processo de reurbanização do canteiro central das avenidas sobre as quais os trens vão passar.

A alteração da paisagem e consequentes desvalorizações dos imóveis na região por onde a obra vai passar são as principais críticas ao projeto do monotrilho.

Meca, no entanto, aponta as vantagens do transporte, que tem custo total estimado de R$ 4,8 bilhões. Segundo ele, apenas 16 imóveis tiveram que ser desapropriados para a construção do primeiro trecho da obra, que já está sendo realizada entre Vila Prudente e Oratório. Ele comparou também o projeto do monotrilho com o dos metrôs.

 

 

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Sobre Marcos O. Costa

Arquiteto Urbanista formado pela FAU Mackenzie com mestrado em estruturas ambientais urbanas pela FAUUSP. Associado à Borelli & Merigo, onde desenvolve projetos nas áreas de edificações e urbanismo. É professor da FAAP e da Escola São Paulo. A publicidade exposta neste Blog é de responsabilidade da Wordpress
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